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quarta-feira, 13 de abril de 2011

decoração, arquitetura e meio ambiente


quando falamos em decoração, o compromisso com a sustentabilidade do planeta é sinônimo de consciência e atitude. o uso de materiais naturais, provenientes de áreas de manejo, reciclados ou produzidos com o mínimo de impacto faz toda a diferença. a economia de energia com transporte faz dos produtos regionais um ponto alto da arquitetura e da decoração, além de estimular a economia local. cresce também a preferência pelo reuso de materiais, como madeira e tijolos de demolição, que - além de super charmosos - existem em abundância no mercado.




nos projetos de decoração com foco na sustentabilidade, há várias maneiras de agregar valor. buscar materiais alternativos e tomar bastante atenção na escolha do piso, da iluminação, dos materiais de revestimento, cortinas, tapetes e até mesmo nos objetos de decoração periféricos. atitudes como a troca de fibras sintéticas por fibras naturais, a compra de produtos provenientes de organizações não-governamentais e associações de produtores, o não uso de materiais cujo resultado final dependa de trabalhos em condições insalubres trazem benefícios para toda a cadeia produtiva.



hoje posso ver um novo cenário sendo desenhado em termos de arquitetura. no mundo todo (aqui no brasil de maneira mais tardia, infelizmente) percebe-se a possibilidade de uso de diferentes materiais de fechamento. penso que muito em breve materiais provenientes de lixo náutico ou sobras e descartes de indústria estarão incorporados nos edifícios e residências com muito mais frequência... (ou, pelo menos, espero!)  

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ecologicamente corretos

há sempre algo fascinante nos objetos feitos a partir de reciclagem e de materiais naturais. assim, quando descubro novos móveis ou objetos de design nessa linha, como os desenvolvidos por greg hatton, fico super entusiasmada! o que mais me cativa neste tipo de design é o grau de envolvimento entre o processo criativo e a produção.



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Madeira Moderna

Deixe-me falar de mais uma empresa catarinense que está ganhando projeção nacional: a Meu Móvel de Madeira, de Rio Negrinho. Ela foi a primeira do país a receber o certificado Carbono Zero. Está investindo em design diferenciado e ainda é ecologicamente responsável. Vale a pena dar uma passadinha no site para conhecer!




Aproveitando a deixa, a revista Casa e Jardim, em parceria com a Meu Móvel de Madeira, está promovendo um concurso cultural. Os quatro vencedores vão levar uma cadeira Lapa na cor que escolher! Para mais informações acesse: Concurso Cultural Casa e Jardim.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Kobe Layer House - Hiroaki Ohtani

Sou fã da arquitetura japonesa desde os tempos de faculdade. Os arquitetos de lá tem uma maneira bastante particular de projetar, além de enfrentarem uma realidade bastante diferente do convencional...



E quando se fala em pequenos espaços, a casa projetada pelo arquiteto Hiroaki Ohtani surpreende em diversos sentidos. Construída em um lote de 33m² (a média nas cidades brasileiras é de aproximadamente 350m²!), a casa tem 2,90m de largura e 80m², estruturada com imensas barras de concreto reciclado (derivados de restos de emendas de trilhos ferroviários) presas umas às outras com varas metálicas.  


Literalmente feita em camadas, seu todo brinca com brilhantemente com jogos de luz e sombra: a iluminação natural se dá pelo topo da construção, pela fachada envidraçada e pelas frestas. O arquiteto também aproveitou o sistema construtivo para "encaixar" escadas e estantes.


Apesar de sua imensa fachada de vidro, a Layer House não possui janelas ou portas convencionais:  e não fosse a banheira instalada no andar superior, também não teria vestígios de branco, muito usado na arquitetura japonesa contemporânea.






segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Piscina Verde


Encontrei este post em um site que há tempos não visitava, o Green by Design. Já havia lido uma matéria sobre o tema em uma revista chilena de arquitetura, e acredito ser muito importante divulgar e fazer uso efetivo deste tipo de recurso. No post, Marina Hoag afirma que várias frases ligadas ao movimento "verde" começam soando de maneira esquisita, mas que logo se tornam familiar. Um bom exemplo é que anos atrás as pessoas estranhavam quando se falava em carros híbridos, e hoje já parece mais normal. Ela usa este primeiro pensamento para introduzir a possibilidade de termos em poucos anos piscinas naturais em casa.




Além de serem belos oásis para o corpo e a mente, as piscinas naturais levam este nome justamente por utilizarem de processos encontrados na natureza para economizar energia e se refrescar. Elas são executadas como uma piscina normal, com a diferença de que no lugar de bombas e produtos químicos como cloro, sua limpeza é feita através de uma área de regeneração que contém plantas aquáticas e rochas.



Sites como o Natural Swimming Pools divulgam e ensinam a fazer sua própria piscina natural.
Ainda vai ser uma realidade muito próxima. E espero que seja breve!

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